Ato estudantil · PUC-Rio

A PUC também é nossa.

Um ato pacífico de alunos que discordam do rumo do país e querem ser ouvidos dentro da própria universidade.

QuandoTerça, 13/10 · 11h
OndeEdifício Frings / Kennedy
Visão

Um Brasil onde o cidadão de bem não vive com medo e onde o Estado serve a quem trabalha. Somos alunos cansados do PT: de um governo que gasta sem limite, passa a mão no crime e convive com um Supremo que, na nossa visão, governa no lugar de quem foi eleito.

Objetivo

Mostrar que a PUC não é unanimidade de esquerda. Que existe um grupo grande, organizado e com pautas firmes. E entregar à Vice-Reitoria pedidos concretos para que o campus seja plural de verdade.

Não somos unanimidade. Somos muitos. Somos organizados. E temos pauta. A PUC também é nossa.

O que defendemos

Dez pautas, com a segurança em primeiro

  • Segurança pública: O brasileiro vive refém. Tolerância zero com o crime: facção tratada como terrorismo, fim da saidinha e respaldo à polícia e à vítima.
  • Chega de PT: Do mensalão ao petrolão, o país já viu do que esse projeto é capaz. Não aceitamos aparelhamento do Estado nem a volta das mesmas práticas.
  • STF no seu lugar: Ministro não é eleito. Fim do ativismo judicial, das decisões que censuram e do Supremo legislando por cima do Congresso.
  • Liberdade de expressão: Opinião não é crime. Ninguém deve ser censurado, derrubado ou investigado por discordar do governo.
  • Menos Estado, menos imposto: Corte de gastos, fim da gastança e do rombo nas contas. Quem paga a conta é quem trabalha.
  • Livre iniciativa e mérito: Menos burocracia, menos sindicato pendurado no Estado, mais liberdade para quem empreende e produz.
  • Universidade sem doutrinação: Sala de aula é lugar de ensinar a pensar, não de militância. Espaço e respeito iguais para a direita no campus.
  • Propriedade privada: Propriedade é direito. Segurança jurídica contra invasões e título de terra para quem vive e produz nela.
  • Revisão do pacto federativo: Estados que mais produzem enviam muito mais do que recebem de volta. É hora de rever essa conta.
  • Liberdade econômica: Na nossa visão, o Brasil trata o empreendedor como inimigo. Precisamos de reformas claras para quem quer produzir.
Como vai ser o ato

Microfone aberto. A palavra é de todos.

Não tem palanque nem dono do discurso. Quem quiser falar, fala. É o nosso momento de se expressar.

  • Inscrição na hora, com a organização
  • Até 3 minutos por pessoa, para todo mundo ter vez
  • Crítica a ideias e governos, nunca ataque a pessoas
  • Sem nome, número ou material de candidato
  • Quem discordar do ato é ignorado, não confrontado